Edifício Burj Khalifa – Dubai

Com 163 andares, pode ser avistado a 90km de distância. Do mirante, no 124º andar, é possível ter uma visão de 360º do Golfo Pérsico.

Um dos programas obrigatórios em Dubai é conhecer o edifício Burj Khalifa, considerado o mais alto do mundo (não tenho certeza se ainda é mesmo o mais ou se já surgiu algum outro que ultrapasse os seus 828 metros de altura).

O edifício é realmente um espanto, tem 163 andares e pode ser avistado a 90km de distância. A gente se sente menos que uma formiguinha ao pé dele.

Para quem quer ter uma visão de 360º do Golfo Pérsico, é possível subir ao mirante, que fica no 124º andar. Normalmente, é necessário comprar ingresso na véspera ou mesmo com alguns dias de antecedência, porque a concorrência é forte. O ingresso, neste caso, custa 100 dirhams, equivalente a mais ou menos R$ 50.

Quando fomos, só havia ingressos para daí a quatro dias, quando já não estaríamos mais em Dubai. Mas nem tudo estava perdido: ingresso para o mesmo dia, sem fila de espera para subir, custava cerca de R$ 200 por pessoa. Caríssimo, não?

Foto_Khalifa

A tão desejada visão de Dubai do alto do Khalifa

Mas, aí, tivemos uma ideia melhor. Já que íamos gastar essa nota toda para subir, por que não unir o útil ao agradável? Fizemos, a toque de caixa, uma reserva para almoçar, no dia seguinte, no restaurante At.mosphere, que fica no 122º andar, a 425m do chão, e que dá igualmente a tão desejada visão de Dubai e imediações, com todo o conforto, sem filas, sem disputa por lugar para admirar a paisagem (em dias de céu claro, pode-se avistar até a um raio de 80km).

O At.mosphere não é nada barato, mas se computarmos o valor que seria pago para subir até o 24º, passa a ser bastante econômico. E ainda é possível almoçar em um ambiente requintado, com ótima comida e excelente serviço.

Quem estiver viajando com crianças pode se decepcionar. As menores de 6 anos não entram. Outras coisas que devem ser observadas: não entram homens e mulheres de bermuda, tênis e chinelo. Nós viajávamos com crianças, então, um de nós teria que abrir mão do programa. Minha cunhada M. foi a eleita da vez, mas não deixou de se divertir com os netos no Dubai Mall, ao lado do edifício Burj Khalifa, enquanto almoçávamos. Minha sobrinha R. estava vestida de saia comprida e rasteirinha, não podia subir assim. A solução foi trocar os chinelos pelas sandálias da minha cunhada e subir toda e toda com um calçado dois número maior que seus pés.


Burj Khalifa 2012 160E é bom se prevenir mesmo. No hall do prédio, onde fica também a entrada para o Hotel Armani, já dão uma mirada no figurino dos clientes. Na entrada do restaurante, uma recepcionista teve de torcer tanto o pescoço para ver se as sandálias da R. tinha as devidas alças atrás, que pensei que ela teria um torcicolo. Tentou ser discreta, mas não deu.

É necessário fazer reserva.

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